A DICAS de FESTA é uma empresa jovem e dinâmica com 18 anos de experiência no comércio a retalho de produtos para decoração de bolos, pastelaria e lembraças
A empresa nasceu na cidade da Trofa a pensar nas pessoas que desejam preparar festas de aniversário, mas têm dificuldade em encontrar decorações para o bolo que idealizaram e para os Profissionais de Pastelaria que procuram produtos decorativos para satisfazer as encomendas dos clientes, mas que têm de comprar em grandes quantidades, a DICAS de FESTA oferece um variado conjunto de produtos que satisfará as necessidades dos seus clientes.
Na nossa loja encontra decorações comestíveis e não comestíveis, produtos auxiliares de decoração para eventos, assim como utensílios de apoio ao fabrico e decoração.
Trabalhamos todos os dias para evoluirmos os nossos serviços e produtos com um único objectivo: a satisfação dos nossos clientes.
Produtos e Serviços
Tudo Prodoce
Ingredientes e enfeites para decoração
Acessórios de pastelaria
Impressão de fotografias em hóstia
Chocolates e granulados decorativos
Coberturas/Pastas de açucar
Decorações comestiveis e não comestiveis
Produtos especiais em épocas festivas
Brindes
Guloseimas e bombonaria
Morada:
Rua Conde S. Bento - Centro Comercial Vinha Loja 14
4785-296 Trofa
Região:
Grande Porto
Telefone:
252412110
Fax:
252416249
Telemóvel:
937908625
E-mail:
dicasprodoce@hotmail.com
Gerente:
Manuela Machado
GPS:
41.337938,-8.556215
Horário:
De Segª a Sexta das 9.30h ás 12.30h e das 14.30h ás 19h. Aos Sabados da 9.30h ás 13h
Encerramento:
Domingo
Website:
Segundo a petrolífera, apesar de este poço de exploração conter petróleo, o volume existente não é comercial.
Após sete horas de reunião, os conselheiros escusaram-se a fazer declarações. No comunicado oficial do Presidente da República, é sublinhada a necessidade de reformas que ajudem ao crescimento e emprego.
O Presidente da República convocou o Conselho de Estado para discutir o Portugal pós-Troika. Meia dúzia de "iluminados" (a co-líder do Bloco de Esquerda, Mário Soares e um ou outro analista?) achou a ideia um disparate. A atitude diz bem de um dos principais problemas da nossa Democracia: os portugueses odeiam discutir o futuro, sobretudo se por "futuro" se entender o médio prazo.
